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Dia Nacional das Relações Públicas é comemorado em 2 de dezembro

2 dez

A Lei 7.197, de 14 de junho de 1984, instituiu o Dia Nacional das Relações Públicas, a ser celebrado em 2 de dezembro. A data foi estabelecida em função do Patrono Nacional das Relações Públicas, Eduardo Pinheiro Lobo, nascido no dia da comemoração, em 1876. Ele ficou conhecido como o “pai das relações públicas”, por ter sido o primeiro no Brasil a criar um departamento de Relações Públicas na Companhia Paulista de Energia Elétrica Light, em 1914.

A data é lembrada em todo o País e visa à divulgação do profissional e a valorização do relações-públicas registrado. “Buscamos a conscientização da sociedade sobre a regulamentação da profissão, exigência do registro do profissional, bem como a importância dele para as organizações”, comenta a presidente do Conselho Regional dos Profissionais de Relações Públicas (Conrerp) RS/SC, Maria Amelia Maneque Cruz. Para ela, o trabalho do relações-públicas está vinculado ao fortalecimento da imagem da marca das empresas, instituições públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos.

Vaca Poderosa!

2 dez

Ontem à noite enquanto estava assistindo ao leilão das Vascas da Cow Parade,uma vaquinha me chamou a atenção: a ZH Dominicow. Criada pelo artista plástico Rodrigo Oliveira, a escultura ZH Dominicow apresenta uma vaca lendo uma edição de Zero Hora. A vaquinha ZH arrecadou nada mais nada menos que R$ 90 mil reais, batendo assim recorde nacional.

Leilão da Cow Parade supera expectativas

2 dez

As vacas da CowParade se despediram de Porto Alegre em noite de gala, nesta quarta-feira. As esculturas que coloriram as ruas da Capital de 8 de outubro a 20 de novembro foram vendidas em leilão beneficente, realizado no Teatro do Bourbon Country, e que bateu o recorde nacional de dinheiro arrecadado, acima de R$ 1.365.000,00 – a meta inicial era de R$ 800 mil. O Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Funcriança), da Prefeitura Municipal, será o principal beneficiado.

A primeira arrematada, pouco após as 20h, foi a Vaca Farrapo, da artista Alessandra Lago. Ela rendeu R$ 7 mil, inaugurando a rotina que se estendeu até depois da meia-noite. E, claro, se tratando de Porto Alegre, a rivalidade Gre-Nal se faria presente. As duas vacas alusivas aos clubes foram conduzidas ao palco simultaneamente. Na maior das disputas, o valor ficou empatado e cada uma rendeu R$ 30,5 mil.

Além do “Gre-Nal da CowParade”, o leilão teve diversos outros momentos de emoção e chegou a ser interrompido com aplausos em algumas ocasiões, como quando o leiloeiro Roberto Magalhães Gouveia anunciou que o evento bateu o recorde de arrecadação. Partes do hino rio-grandense e do tema da Vitória – tradicional nas vitórias de Ayrton Senna – foram executados.

Porto Alegre também foi palco do recorde pago por uma única obra, quando a escultura Dominicow foi arematada por R$ 90 mil. A Viva Positivamente foi a segunda mais valiosa da noite, vendida por R$ 80 mil.

Os valores foram comemorados pelo patrono do evento, Rodrigo Vontobel. Em discurso, ele ressaltou os dois momentos que a CowParade proporcionou a Porto Alegre. O primeiro, nas ruas, foi cultural, e o segundo, com o leilão beneficente, que classificou de “arte social”. “Não é um leilão, é uma contribuição social”, definiu.

Fonte: Tiago Medina / Correio do Povo

Estou formado, e agora? Veja os próximos passos rumo a uma carreira bem-sucedida

1 dez

Estou formado, e agora?

Não são raros os casos de estudantes que saem da faculdade sem saber o que fazer nem quais são as possibilidades que têm

Foram cinco anos e meio de estudos para, enfim, terminar o curso de Administração na Universidade do Estado de Santa Catarina. Quase no fim da empreitada, além do esforço, Renata Moreno, 23, também teve de lidar com a ansiedade. O que fazer depois que tudo terminar? Quais passos seguir rumo a uma carreira de sucesso, depois de passar pela graduação?

Para a consultora em Recursos Humanos do Grupo Soma Desenvolvimento Corporativo, Juliana Saldanha, não existem regras, receitas ou fórmulas a serem seguidas pelos recém-formados. Existem possibilidades. “Esse jovem precisa focar sua carreira para determinada aérea. Precisa saber ao menos o que não quer”, acredita.

Renata teve sorte. Formou-se em julho e já conseguiu passar em um processo seletivo de uma grande empresa para trabalhar na área que queria em São Paulo. E um fato que evitou que a sensação de estar perdida se prolongasse para depois da formatura foi a estudante ter ficado atenta às opções que sua área oferecia ainda na faculdade. “Eu participei da empresa júnior por um ano e foi ali que comecei a gostar da área de consultoria”, conta.

E agora?

Contudo, não são raros os casos de estudantes que saem da faculdade sem saber o que fazer. E quais são essas possibilidades que tanto falam. Para os perdidos de plantão, há um roteiro de passos para se tirar da cabeça a pergunta “O que eu vou fazer agora?”. O primeiro deles é o mais difícil, porém, essencial. Definir a área de atuação.

“Elencar, dentro do escopo de sua formação, quais as áreas que mais o agradam, que foram objeto de seu estudo e apresentação de trabalhos durante a graduação é o mais importante”, ressalta a gerente de Marketing da Monster Brasil, empresa especializada em gestão de carreira e recrutamento online, Andreza Santana.

Ficar atento desde cedo, como fez Renata, para evitar ansiedades futuras também é o principal conselho dado pelo gerente de Projetos do Grupo Foco, Rudney Pereira Júnior. “Fazer estágio, participar da vida acadêmica, tudo isso faz diferença porque você começa a perceber o que a sua área oferece”, diz.

Se você prestou atenção à sua atuação na faculdade, fica mais fácil definir. Se não fez isso, o melhor é pensar agora, mas com calma, para evitar arrependimentos quando a sua carreira tiver avançado. “Se você saiu da faculdade cheio de dúvidas, tem de amadurecer, analisar sua situação e dar um tempo para se autocriticar”, acredita Pereira.

Depois desse primeiro passo, é preciso estabelecer um plano de ação. “Faça uma lista das empresas ou organizações que contemplem suas demandas de carreira, ambiente, de desenvolvimento profissional no foco que escolheu”, afirma Andreza. Esse passo demanda tempo e paciência.

Esses primeiros passos devem ser feitos mesmo por aqueles que já se encontram no mercado de trabalho, pois os ajuda a perceber se a empresa onde estão supre essas necessidades. Juliana, porém, faz um alerta. “É preciso definir um foco sem restringir possibilidades”.

As possibilidades

Enquanto define o que quer e onde quer trabalhar, esses jovens não devem perder tempo e ficar parados. Invista em qualificações que o mercado exige de profissionais de todas as áreas. “O mercado está aquecido, mas para profissionais qualificados, por isso, invista em línguas, em cursos que você acredita que farão diferença no seu currículo”, disse Juliana. Além de investir na carreira, cursos, workshops e seminários são ótimos meios para fazer contatos. “São bons espaços para network, com amigos, professores”, reforça Pereira.

Depois de definido o foco, os caminhos começam a ficar mais definidos. Qual o próximo passo, então? “Colocar o currículo nos lugares certos”, afirma o gerente de Projetos. Agora é só esperar, certo? Não. “Paralelo ao processo de procura por vagas, esse jovem precisa investir em uma pós-graduação, que traz diferencial competitivo”, reforça Andreza.

Depois da graduação, uma especialização é uma das muitas possibilidades que o recém-formado tem para se manter competitivo. Muitos também pensam em MBA (Master Business Administration). “Nesses casos, fazer uma pós, em vez de um MBA, é melhor, porque o recém-formado não tem muita experiência para aproveitar bem um MBA”, diz Pereira. “Nessas horas, precisamos ser práticos e táticos”, ressalta.

Renata já sabe bem o que vai fazer. Ela sabe que a empresa onde irá atuar oferece a possibilidade de fazer a graduação de contabilidade. “Ter essa formação para a área de consultoria ajuda muito”, conta. Como já é formada em administração, essa nova graduação exigiria mais uns dois anos de estudo. Depois disso, ela deve investir em uma pós na área de gerenciamento de projetos.

“O cenário está favorável e as empresas devem contratar muito daqui para a frente. Então, caprichar no currículo e examinar cada passo de sua carreira e saber vender-se no mercado é imprescindível”, ressalta Andreza, da Monster. Juliana, do Grupo Soma, alerta que é preciso conter a ansiedade em se especializar, para evitar erros.

Visualizando um futuro

Se, mesmo com todos esses passos, ainda está difícil decidir, então, comece a pensar em como você quer se ver em um futuro próximo. Que posição pretendo ocupar? Em qual nível de poder aquisitivo eu quero chegar? Quero ser um consultor, empreendedor ou seguir carreira em uma empresa?

Para Andreza, o jovem profissional deve se fazer essas perguntas. “Essa auto-imagem vai facilitar o planejamento dos caminhos que ele deseja percorrer, como pessoa e como profissional”, acredita. “O fundamental mesmo é que ele invista em algo que goste, porque naturalmente terá mais dedicação. Os retornos financeiros virão como consequência desse prazer”.

Fonte: http://www.administradores.com.br

Relações públicas é conhecido como gestor de comunicação

1 dez

Já que dentro de alguns anos irei me formar em RP, nada melhor do que  já ir me atualizando das novidades sobre o meu curso. Sendo assim, li uma matéria sobre o reconhecimento do Relações Públicas e gostaria de compartilhar com vocês. Segue a matéria.

Relações públicas é conhecido como gestor de comunicação

Curso tem quatro anos e forma planejadores estratégicos de comunicação.
Estágio não é obrigatório, mas é importante.

Prestes a completar 40 anos, a carreira de relações públicas está em franco crescimento. Nos últimos dez anos, com o aumento da concorrência e da competição entre as instituições, elas começaram a se conscientizar e ficaram mais preocupadas em melhorar a sua imagem e, conseqüentemente, fortaleceram a profissão do relações públicas, tema do Guia de Carreiras desta semana no G1.

O relações públicas é o gestor da comunicação de uma empresa: seja a comunicação interna (com seus funcionários), seja a comunicação externa (com a imprensa ou com a comunidade). “Ele é o profissional que vai integrar todos os instrumentos da comunicação e aplicar em projetos em busca de uma boa imagem da empresa perante à opinião pública”, explicou o professor Luiz Alberto de Faria, vice-presidente da Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP).
Segundo o professor Júlio César Barbosa, coordenador do curso de relações públicas da Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo, a proposta da universidade é fazer com que o aluno saia do curso capacitado para ser um planejador estratégico de comunicação em qualquer tipo de empresa. “Esse profissional vai trabalhar a comunicação de uma instituição por meio de um planejamento estratégico para gerar uma imagem positiva para o seu público”, disse.

Dalva Aleixo Dias, professora de planejamento e comunicação pública na Universidade Estadual Paulista (Unesp), disse que o aluno formado em relações públicas mescla conhecimento nas carreiras de administração e de comunicação. “Como ele trabalha como gestor da comunicação, ele precisa dominar muito bem as duas áreas. Ele vai trabalhar com a essência da organização, não apenas com as fachadas”, disse.

Fonte:Globo -www.g1.com


Relações Públicas!

23 set

Pessoal!

Segue abaixo o trecho de  um texto referente ao papel do Relações Públicas por detrás dos bastidores.Achei o texto muito interessante pelo fato do explicar muito bem as funções do RP dentro do cotidiano!

Relações Públicas: o fascínio dos bastidores

Para quem gosta de Comunicações, mas não quer ficar sob os holofotes

A relação candidato-vaga no vestibular de 2007 da Fuvest para o curso de Relações Públicas, ou RP, foi de 23,50 candidatos por vaga, enquanto que para Jornalismo foi de 44,75 por vaga. Muitos jornalistas, ao se formarem, acabam sendo “empurrados” para a área de Relações Públicas, mais especificamente Assessoria de Imprensa, pela própria dificuldade do mercado de trabalho de absorver toda a mão-de-obra que se forma a cada ano. Alguns desses profissionais se “encontram” na nova atividade, ainda que não tenham formação específica para exercê-la e que tenham de aprender tudo na prática. Ao levar em consideração tudo isso, quem gosta da área de Comunicação, mas não faz questão dos holofotes, deve pensar seriamente nessa possibilidade: RP pode ser um excelente caminho. Principalmente se você busca um emprego mais estável do que a área de Jornalismo é capaz de oferecer – quem sabe até em uma multinacional – como é o caso de uma das entrevistadas para essa reportagem.

O engano mais comum, conforme aponta o coodenador do curso de Relações Públicas da FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado), Valdir Cimino, está na simplificação da responsabilidade do RP: “Muita gente ainda confunde RP com promoção de eventos”. Mas quem busca a área de eventos, pura e simples, também encontra sua “praia”, porém na pós-graduação. “Já estamos com a terceira turma na pós de Planejamento e Organização de Eventos”, contabiliza.

A carreira de RP é adequada para quem, como Michelle Medeiros, gerente de Relações Públicas da Intel do Brasil, prefere os bastidores aos holofotes. “Gosto muito mais dos bastidores”, diz ela. “É ali onde você pode ter uma ação estratégica de fato, onde você consegue influenciar”, define. Michelle é formada em Relações Públicas pela FAAP e foi responsável pela área de comunicação com a imprensa nacional na Claro.

Informação e Interdisciplinaridade

Assim como o jornalista, o RP também trabalha com a informação. Ele precisa estar muito bem informado para que consiga encontrar as melhores estratégias de construir e manter a imagem institucional do seu cliente. E não apenas na imprensa, mas junto a todos os públicos que interagem com a empresa onde ele trabalha. “Leio todos os jornais, todos os dias”, explica Michelle. Mas apenas a leitura dos jornais não basta. Como ela trabalha em uma empresa de tecnologia, também precisa estar ligada em conceitos como blogs, web 2.0 e tudo o que existir de mais atual na área.

O professor Valdir Cimino foi convidado a reformular o curso de RP da FAAP há quatro anos. Ele procurou, com a participação de alunos e ex-alunos, rever seu conteúdo e estímular a interdisciplinaridade, aproximando RP de Publicidade e Propaganda. “Queremos criar um modelo para desenvolvimento sustentável de projetos. Nosso curso visa capacitar o aluno para administração global da área”, diz.

Publicado Silvia Angerami no site www.universia.com.br/preuniversitario/materia.jsp?materia=13693

Olá Pessoal !

27 ago

A partir de hoje, estarei postando diversos textos abordando diversos assuntos!

Espero que gostem !

Abraços,

Gabi !